Mar 95. I Jornadas sobre Cultura Marítima. Nazaré, 1995









Publicação constituída pelas comunicações dos vários especialistas participantes nas I Jornadas de Cultura Marítima.
Promovidas pelo Museu Dr. Joaquim Manso, com a colaboração da Capitania do Porto da Nazaré, Junta Autónoma de Portos do Centro e Câmara Municipal da Nazaré, tiveram como objetivo aprofundar o estudo da cultura do mar numa perspetiva multidisciplinar: arqueológica, histórica, artística, etnológica, literária, científica, económica, turística e de recreio.

Textos:
- António L. Estácio dos Reis, “Navegação Astronómica nos séculos XV e XVI”;
- João António Gomes Vieira, “Marfins do Mar”;
- Alfredo Pinheiro Marques, “O menosprezo das verdadeiras actividades marítimas e piscatórias na historiografia e nas comemorações dos descobrimentos portugueses”;
- José Luís de Matos, “A estrutura marítima do território português”;
- Maria Luísa P. Blot, “Património submerso. Uma experiência de gestão da herança cultural marítima”;
- Fernando Alberto G. Pedrosa, “A pesca na história de Portugal”;
- Francisco Goulart A. de Medeiros, “ Canoa baleeira”;
- Maria Olímpia Lameiras-Campagnolo, “Identidade e Turismo”; 
- Francisco Salvador, “O Mar como objectivo turístico”;
- Abel da Silva, “Algumas figuras da Nazaré”;
- José Soares, “Reflexões a esmo. Acerca do turismo na Nazaré”; 
- João L. Saavedra Machado, “Aspectos de um roteiro museográfico da Nazaré”;
- Adriano Monteiro, “Incidências da transformação da costa atlântica na constituição da Nazaré”;
- João Oliva Monteiro, “Pederneira, Sítio e Praia: das origens, à vila da Nazaré”;
- João Sales Grilo, “Um olhar próximo sobre a «xávega» e o «candil» na Nazaré enquanto elementos da sua vida turística”;
- Maria Olímpia Lameiras-Campagnolo e Henri Campagnolo, “Dois modos de pescar na enseada da Nazaré (a «xávega» e o «candil»): devir técnico, devir turístico”;
- Fernando António Baptista Pereira, “A Arte e o Mar”;
- Pedro Penteado, “A Confraria de Nossa Senhora de Nazaré e a diferenciação social na Pederneira dos séculos XVII e XVIII”;
- Ana Maria Lopes “1as Jornadas de Cultura Marítima”;
- Maria A. G. Saavedra Machado, “Tragédia e morte na Pederneira (1664-1684) ”.

Edição: Museu Dr. Joaquim Manso / Câmara Municipal da Nazaré, 1998
N.º págs.: 222

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Construção Naval Tradicional: O Fim do Império. Mar - Espaço - Tempo









Catálogo da exposição “Mar – Espaço – Tempo”, organizada pelo Museu Dr. Joaquim Manso, inserida numa outra mais vasta e intitulada “Construção Naval Tradicional: O Fim do Império”.
Este evento, dedicado ao mar – fonte de inspiração, de vida, de força, cor, ritmo, movimento e aventura, mas também de dor e sofrimento, alegria e riqueza –, teve como objetivo propor novos desafios através do cruzamento de saberes tradicionais com novas tecnologias e conhecimentos, incluindo trabalhos realizados pelos artistas plásticos Carmo Pólvora e Victor Belém.
Contem reprodução de imagens das obras expostas e textos da autoria de António Nabais (então diretor do Museu Dr. Joaquim Manso) e Amélia Vieira.

Edição: IPM/Museu Dr. Joaquim Manso / Câmara Municipal da Nazaré, 2007
N.º págs.: 24
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Encontros com o Mar. Marcas do Mar

Catálogo da exposição realizada pelo Museu Dr. Joaquim Manso em 2002, que contemplava vários aspetos do património cultural marítimo português, chamando a atenção para a diversidade das marcas que o homem foi deixando ao longo dos tempos em relação ao mar.
Pretendendo dar continuidade ao ciclo de exposições denominado Encontros com o Mar, esta exposição focou-se nos múltiplos aspetos do património marítimo, desde a arqueologia e etnografia, incluindo os aspetos artístico, científico e técnico.


Os textos são da autoria de António Nabais (então diretor do Museu), de Cecília Nunes e Deolinda Anastácio (técnicas do Museu).

Edição: Instituto Português dos Museus – Museu Dr. Joaquim Manso
Nº. págs.: 33
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Encontros com o Mar. Artes de Pesca












Com o intento de aprofundar o tema da cultura marítima, em 2002 o Museu Dr. Joaquim Manso iniciou um ciclo de exposições denominado Encontros com o Mar, que contemplava vários aspetos das artes de pesca.
O catálogo então apresentado era um ponto de partida para o estudo, reflexão, preservação e divulgação da cultura marítima portuguesa, com incidência nas artes de pesca apresentadas na exposição.


 

Textos da autoria de António Nabais (diretor do Museu)
Nº. págs.: 28
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NAZARÉ e a Companhia Portuguesa de Bailado “VERDE GAIO” (1940-1950)













Catálogo da exposição sobre a relação da Nazaré com o Bailado “Verde Gaio”, realizada em junho de 2005 no Centro Cultural da Nazaré, numa organização do Museu Dr. Joaquim Manso e colaboração da Câmara Municipal da Nazaré e do Museu Nacional do Teatro.

Nesta exposição pretendeu-se mostrar os usos e costumes da Nazaré, e suas expressões artísticas e espirituais transmitidas de geração em geração, que proporcionaram sobre esta comunidade uma imagem ímpar e de “vincada personalidade”, elementos que ajudam a perceber a sua presença no currículo do bailado Verde Gaio, nomeadamente em dois espetáculos apresentados no Teatro Nacional de S. Carlos: “Imagens da Terra e do Mar” (1943) e  “Nazaré” (1948), depois apresentados com grande sucesso em Paris, no Théâtre des Champs-Élysées (1949).

Textos da autoria de António Nabais (então diretor do Museu Dr. Joaquim Manso) e de Vítor Pavão dos Santos (então diretor do Museu Nacional do Teatro)

Edição: IMC-Museu Dr. Joaquim Manso / Câmara Municipal da Nazaré
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